segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Bem,
Não é uma postagem, é apenas um esclarecimento pessoal a quem passar por aqui. Estou ausente das minhas postagens, e isso me deixa um tanto quanto preocupado. Estaria pior se não estivesse fotografando, mas isso estou. A questão é simples, alguém me contrata, eu faço as fotos, entrego, recebo, e pergunto, posso postar essa ou aquela foto na internet e a resposta é sempre não. Como ainda existe uma obra arrastando-se pelo quintal de minha casa, só posso fotografar a trabalho, o que é bastante incômodo para mim, que gostaria de estar na rua fotografando e fotografando e fotografando. Tempo para mim varia de o dia que tenho trabalho e o dia que não tenho trabalho. O dia que tenho trabalho, acordo relativamente cedo, peço a Deus que me ilumine, verifico os equipamentos, checo horários e outros compromissos na agenda e realizo as funções domésticas. Terminados os trabalhos de casa, banho, barba, raciocínio, roupa, tênis, câmera, case, rua. Lá vai o Matheus pra mais uma noite em alguma festa. Tudo bem, tenho adorado fazer tudo isso, voltar pra casa e ficar horas em frente ao computador editando e corrigindo algumas coisinhas no photoshop. Termino meu trabalho, entrego, fico satisfeito, o cliente geralmente também. Mas falta-me um pouco daquela magia que eu encontrava na rua, no fim de tarde, ou seja lá a quais horas... Acho que era essa magia que movimentava e abrilhantava minha lente. Preciso e nunca precisei tanto voltar a buscar a alegria das esquinas, espero que em breve consiga.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Resposta ao comentario de Julliano em -Bola De Neve-
“E não me venha dizer que meu trabalho sepultou uma coisa tão grandiosa quanto o festival de inverno” Digo mais, se o seu trabalho pode abrilhantar, ele pode ofuscar. Não estou pronto para o apedrejamento, mas se não detiverem suas próprias pedras, não posso parar de lançá-las de volta.
Trabalhei, conheço e sei a dimensão e a dificuldade de um evento como tal. Porém como alguém que já o vivenciou digo, O Festival de Inverno do ano de 2011, tinha tudo para ser O festival. Todo o universo conspirava a seu favor, agora a questão é simples, vocês aproveitaram o que ele tinha a oferecer? Pois pensemos, aonde está o publico do festival? Onde estão os eventos novos e extraordinários, apresentados com gosto por seus idealizadores e apresentadores? Aonde estão os trabalhadores gratuitos do festival? Sim, as pessoas que vestiam a camisa e se orgulhavam de estar ali dentro, como eu. É com pesar que digo... O que paira nas ruas quentes dos festivais, hoje é o silêncio. Não existe uma alma viva gritando pelas cidades, e o festival tem andado em clima de solidão.
Vou citar algo que não gostaria, claro que você se lembra do que foi o festival de 2009, ele tinha tudo isso que eu falei, e tinha mais... muito mais... Corredores culturais, gente na rua, eventos uns sobre os outros... Alegria... Motivação... e o que é melhor... sem um tostão. Festival de uma crise e recessão que hoje não prejudicam mais nossos corredores. Eu já vi Juliano, um festival sem dinheiro, sem césares... Não penso que é fácil sem eles, mas e você? Sabe se eles estão gostando do que viram e estão vendo? Uma vez que esse festival tem seus gracejos voltados para os TAIS. Eu digo, e digo com algumas propriedades... Você me falou desse evento inaugural, que não consegui acompanhá-lo até seu desfecho, isso de tamanho amargor que senti em vê-lo a principio... Melhor assim, pois o amargor seria maior, em ver toda a graça do festival gasta de uma só vez em uma abertura falhada e mal urdida. Duos de Viola, baixo, putas cantoras, exposições... Tudo para uma meia dúzia de ouvintes que ficaram sabendo da cerimônia através de alguém, pois divulgação foi outra grande falha dos desorganizadores... E até onde ate onde me lembro, o Teatro Ouro Preto, tem lotação de 510 pessoas, salvo fotógrafos e autoridades políticas, você saberia dizer-me quantos lugares estavam ocupados nesse dia? Tantos cartuchos queimados numa onça morta... A simplicidade do festival caminha em outra vertente... Você sabe qual? Ela esta fora dos nossos umbigos, e enquanto eu não ver um boletim diário, impresso, ou em internet e acessível... e enquanto as pessoas não mudarem os seus rumores (pois entenda, estou traduzindo uma opinião geral), enquanto o seu festival não passar de uma abertura e de seu, não calarei.
Preciptadíssimo é morrer em suas palavras... "o festival vai ser uma merda", pois assim meu pai dizia, “O que começa torto, não termina de outra forma“ e agora vocês têm de conviver com esse incômodo que assola as suas mentes. Existem numerosas pessoas com o mesmo grito, que não se valem de saudosismos, muito pelo contrário, se valem da emoção perdida e esquecida por um festival que não demonstra mais seus antigos valores... Se você mesmo vale-se de um linguajar confluente com palavras de baixo calão, isso esmiúça o seu próprio descontentamento com um trabalho tão pouco cultural e restrito. Alias, já que toquei em restrito, esse muito provavelmente será lembrado por ser um festival entre “quatro paredes”, pois tudo acontece de poucos e para poucos.
Antes que tantas coisas façam-me esquecer, estive em seu “Corredor Cultural” e uma das poucas coisas que vi, foram seus monitores rindo e cochichando em contraponto a performance apresentada.
Em todo seu texto, sinto muitíssimo, mas não acho um só ponto em que eu possa concordar. Experimente ser humilde e não se deixe levar pelas mordidas que a critica lhe provoca. Simplesmente faço minhas agora as palavras de Zedu Monte: “Vinda de quem veio, acho que deveria tomar como ESTEIO e não como FOICE... Matheus Aredes e Ronald Peret, e tantas outras pessoas que se posicionaram entendem que mudanças quanto a elitização do festival são urgentes...”
Então, acordem desorganizadores e afins... estou falando sem me queixar de qualquer fato ligado a mim. Estou questionando a magia perdida dada aos rios econômicos enfileirados dentro de fracassos como a primeira semana, que ainda não aconteceu. Quando vocês perceberão que não é nada pessoal e sim ético, pois é de valores impalpáveis que discorro sobre a minha insatisfação. Estou vendo com pesar o festival morrendo sim, pois “Entre Quatro Paredes” como disse Sartre “O inferno são os Outros”, e para que os outros não sejam o seu inferno, pelo amor de todas as causas salvem o nosso festival desse fiasco.
Trabalhei, conheço e sei a dimensão e a dificuldade de um evento como tal. Porém como alguém que já o vivenciou digo, O Festival de Inverno do ano de 2011, tinha tudo para ser O festival. Todo o universo conspirava a seu favor, agora a questão é simples, vocês aproveitaram o que ele tinha a oferecer? Pois pensemos, aonde está o publico do festival? Onde estão os eventos novos e extraordinários, apresentados com gosto por seus idealizadores e apresentadores? Aonde estão os trabalhadores gratuitos do festival? Sim, as pessoas que vestiam a camisa e se orgulhavam de estar ali dentro, como eu. É com pesar que digo... O que paira nas ruas quentes dos festivais, hoje é o silêncio. Não existe uma alma viva gritando pelas cidades, e o festival tem andado em clima de solidão.
Vou citar algo que não gostaria, claro que você se lembra do que foi o festival de 2009, ele tinha tudo isso que eu falei, e tinha mais... muito mais... Corredores culturais, gente na rua, eventos uns sobre os outros... Alegria... Motivação... e o que é melhor... sem um tostão. Festival de uma crise e recessão que hoje não prejudicam mais nossos corredores. Eu já vi Juliano, um festival sem dinheiro, sem césares... Não penso que é fácil sem eles, mas e você? Sabe se eles estão gostando do que viram e estão vendo? Uma vez que esse festival tem seus gracejos voltados para os TAIS. Eu digo, e digo com algumas propriedades... Você me falou desse evento inaugural, que não consegui acompanhá-lo até seu desfecho, isso de tamanho amargor que senti em vê-lo a principio... Melhor assim, pois o amargor seria maior, em ver toda a graça do festival gasta de uma só vez em uma abertura falhada e mal urdida. Duos de Viola, baixo, putas cantoras, exposições... Tudo para uma meia dúzia de ouvintes que ficaram sabendo da cerimônia através de alguém, pois divulgação foi outra grande falha dos desorganizadores... E até onde ate onde me lembro, o Teatro Ouro Preto, tem lotação de 510 pessoas, salvo fotógrafos e autoridades políticas, você saberia dizer-me quantos lugares estavam ocupados nesse dia? Tantos cartuchos queimados numa onça morta... A simplicidade do festival caminha em outra vertente... Você sabe qual? Ela esta fora dos nossos umbigos, e enquanto eu não ver um boletim diário, impresso, ou em internet e acessível... e enquanto as pessoas não mudarem os seus rumores (pois entenda, estou traduzindo uma opinião geral), enquanto o seu festival não passar de uma abertura e de seu, não calarei.
Preciptadíssimo é morrer em suas palavras... "o festival vai ser uma merda", pois assim meu pai dizia, “O que começa torto, não termina de outra forma“ e agora vocês têm de conviver com esse incômodo que assola as suas mentes. Existem numerosas pessoas com o mesmo grito, que não se valem de saudosismos, muito pelo contrário, se valem da emoção perdida e esquecida por um festival que não demonstra mais seus antigos valores... Se você mesmo vale-se de um linguajar confluente com palavras de baixo calão, isso esmiúça o seu próprio descontentamento com um trabalho tão pouco cultural e restrito. Alias, já que toquei em restrito, esse muito provavelmente será lembrado por ser um festival entre “quatro paredes”, pois tudo acontece de poucos e para poucos.
Antes que tantas coisas façam-me esquecer, estive em seu “Corredor Cultural” e uma das poucas coisas que vi, foram seus monitores rindo e cochichando em contraponto a performance apresentada.
Em todo seu texto, sinto muitíssimo, mas não acho um só ponto em que eu possa concordar. Experimente ser humilde e não se deixe levar pelas mordidas que a critica lhe provoca. Simplesmente faço minhas agora as palavras de Zedu Monte: “Vinda de quem veio, acho que deveria tomar como ESTEIO e não como FOICE... Matheus Aredes e Ronald Peret, e tantas outras pessoas que se posicionaram entendem que mudanças quanto a elitização do festival são urgentes...”
Então, acordem desorganizadores e afins... estou falando sem me queixar de qualquer fato ligado a mim. Estou questionando a magia perdida dada aos rios econômicos enfileirados dentro de fracassos como a primeira semana, que ainda não aconteceu. Quando vocês perceberão que não é nada pessoal e sim ético, pois é de valores impalpáveis que discorro sobre a minha insatisfação. Estou vendo com pesar o festival morrendo sim, pois “Entre Quatro Paredes” como disse Sartre “O inferno são os Outros”, e para que os outros não sejam o seu inferno, pelo amor de todas as causas salvem o nosso festival desse fiasco.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Bola de Neve
Estranho é pensar que sepultei este festival baseado em seu velório de abre alas. Na verdade o pobre não estava se alimentando direito já fazia algum tempo. Downloads de programação que simplesmente não acontecem, site que provavelmente só funciona dentro da sala onde foi montado e apresentado, material de divulgação, mal feito, diagramado e pensado, que exprime toda uma dedicação em preto e branco e tons de cinza, talvez ligeiramente inspirada na tristeza do inverno neblinado do anoitecer ouro-pretano, quando tão docemente poderia ter experimentado as cores que os raios furtivos das seis da manhã roubam dos céus e colocam dentro das torres e das casas das Vilas de Minas.
Se tal velório de abre alas foi proposto por artistas locais (os quais se vi foram poucos) e envolvendo diversos grupos (que provavelmente estavam representados por no máximo uma pessoa de cada, a julgar pelo número de participantes) o “Quero a valorização da cultura, da arte, de nós” não passou de uma tentativa, e em acordo com uma crescente mancha no festival, uma tentativa errônea e mais uma vez fora de um tema tão abrangente e simples de lidar como este: Vilas de Minas.
O que “se pensa” que alguns buscam fazer, na verdade é traduzido por uma expressão: Mania de Grandeza, tentando fazer algo jamais visto (jamais visto mesmo, nunca havia visto tamanha balburdia para um cortejo, velório de abre alas) o que atrapalha a sutileza e o brilho do festival. Não se trata do que acontecia em festivais anteriores, se trata do que vamos trazer de realmente bom e funcional para este, pois até agora o que vi foi um festival em desacordo e caminhando sobre uma linha fina, incapaz de suportar seu peso.
Maravilhosamente temos mais duas semanas de eventos, oficinas, encontros com debates, temos? Brochante resume. Apesar de esdrúxula, não encontro melhor palavra para traduzir. Também não explicarei o que é essa programação para mim, pois de tamanha pobreza, me entristece pensar. Cultura não é uma palavra digamos... Presente. Não ha nada de novo, muito pelo contrário, tentativas frustradas de “enfeitar o velho”.
Circuito festival, festival com escola e afins, para mim não passam de novos nomes para velhas coisas, de “circo novo com lona velha”.
Ao contrário de uma busca verdadeira para renovar pessoas, estamos sim numa busca desenfreada por renovar a lona. As preocupações presentes nesse festival estão simplesmente relacionadas ao ego a ser massageado, e longe de empenho a favor da comunidade.
Adorei ter minhas criticas respondidas por uma pessoa de um patamar acima do meu, sinto-me agora no lugar onde sempre quis estar, “o lugar da identidade comum sem distinções.” Pela primeira vez deixo bem claro, tive o reconhecimento merecido que enquanto funcionário do circo não tive. Não são criticas de um lugar confortável, de quem quer estar dentro da panela de legumes cozidos. São criticas de quem por opção própria se assenta na janela dos espectadores e como muitos vê com tristeza o que se transformou o festival de inverno. Não se trata das dimensões do evento, trata-se do que fazemos por ele, sem medo, sem escolhas, sem dinheiro, sem poder, sem nada. Trata-se de uma palavra que ate agora não vi... Simplesmente amor, nenhuma causa chega a estas dimensões quando trabalhamos pensando assim. Não sintam-se feridos, eu não me senti pelas suas respostas. Façam agora disto uma ferramenta para melhorar o final do que começou torto. Esqueçam tudo e lembrem-se que festivais ficam para sempre na memória. Não transformem o de vocês numa vaga lembrança.
Se tal velório de abre alas foi proposto por artistas locais (os quais se vi foram poucos) e envolvendo diversos grupos (que provavelmente estavam representados por no máximo uma pessoa de cada, a julgar pelo número de participantes) o “Quero a valorização da cultura, da arte, de nós” não passou de uma tentativa, e em acordo com uma crescente mancha no festival, uma tentativa errônea e mais uma vez fora de um tema tão abrangente e simples de lidar como este: Vilas de Minas.
O que “se pensa” que alguns buscam fazer, na verdade é traduzido por uma expressão: Mania de Grandeza, tentando fazer algo jamais visto (jamais visto mesmo, nunca havia visto tamanha balburdia para um cortejo, velório de abre alas) o que atrapalha a sutileza e o brilho do festival. Não se trata do que acontecia em festivais anteriores, se trata do que vamos trazer de realmente bom e funcional para este, pois até agora o que vi foi um festival em desacordo e caminhando sobre uma linha fina, incapaz de suportar seu peso.
Maravilhosamente temos mais duas semanas de eventos, oficinas, encontros com debates, temos? Brochante resume. Apesar de esdrúxula, não encontro melhor palavra para traduzir. Também não explicarei o que é essa programação para mim, pois de tamanha pobreza, me entristece pensar. Cultura não é uma palavra digamos... Presente. Não ha nada de novo, muito pelo contrário, tentativas frustradas de “enfeitar o velho”.
Circuito festival, festival com escola e afins, para mim não passam de novos nomes para velhas coisas, de “circo novo com lona velha”.
Ao contrário de uma busca verdadeira para renovar pessoas, estamos sim numa busca desenfreada por renovar a lona. As preocupações presentes nesse festival estão simplesmente relacionadas ao ego a ser massageado, e longe de empenho a favor da comunidade.
Adorei ter minhas criticas respondidas por uma pessoa de um patamar acima do meu, sinto-me agora no lugar onde sempre quis estar, “o lugar da identidade comum sem distinções.” Pela primeira vez deixo bem claro, tive o reconhecimento merecido que enquanto funcionário do circo não tive. Não são criticas de um lugar confortável, de quem quer estar dentro da panela de legumes cozidos. São criticas de quem por opção própria se assenta na janela dos espectadores e como muitos vê com tristeza o que se transformou o festival de inverno. Não se trata das dimensões do evento, trata-se do que fazemos por ele, sem medo, sem escolhas, sem dinheiro, sem poder, sem nada. Trata-se de uma palavra que ate agora não vi... Simplesmente amor, nenhuma causa chega a estas dimensões quando trabalhamos pensando assim. Não sintam-se feridos, eu não me senti pelas suas respostas. Façam agora disto uma ferramenta para melhorar o final do que começou torto. Esqueçam tudo e lembrem-se que festivais ficam para sempre na memória. Não transformem o de vocês numa vaga lembrança.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Change
Tombos é um lugar entrincheirado por dois estados. Lá apostei fichas de grosso calibre, porém fui alveijado em pleno voo. Sem saber como e nem onde cair, minha defesa foi fechar os olhos e refletir sobre meu caminho até ali. Porém um estrondo me passou uma mensagem... Era o motor dois fazendo muito barulho. Tudo que eu queria era meu motor silêncioso, para que eu pudesse pensar, não foi o que aconteceu. Sem nenhuma alternativa, cheguei a pedir para que o motor voltasse ao seu ruído normal. Logo descobriria que aquele ruído apavorante e irreversível, era minha carta de entrada para as portas da colisão. Lembrei-me contudo, da existência de um possível para-quedas na cabine, o que seria saltar ou colidir para ver o que acontecia.
Aqui estou após uma descida brusca, de queda livre por algum tempo. Quebrei algumas coisas quando bati no chão mas consigui me mexer.
Aonde o avião caiu, apareceu um menino, great boy! Logo vi em seus olhos perseverança e humildade. E mesmo que ele ainda não saiba o que significa perseverar e ser humilde, aceitou o convite de um Young Man que quis lhe propôs a chance desperdiçada pelo avião. Hoje ele é meu aluno, ensino para ele o que graças a muitos amigos e muito estudo aprendi. Ele logo saberá voar, e se fizer o que eu não fiz, ouvindo qualquer sinal de perigo alertado pelos outros e pelos seus motores, poderá alçar voos mais longos que os que pretendo dar.
Johans Paul, aqui está a postagem que marca o início da parceria do piloto abatido com o catador de papéis recém aceito na academia dos pilotos mais experientes. Que as próximas postagens que relatem sua aparição contenham fotos suas! E que seu voo seja muito, muito longo!
Última fala do comandante desta aviação às 23:46'
Aqui estou após uma descida brusca, de queda livre por algum tempo. Quebrei algumas coisas quando bati no chão mas consigui me mexer.
Aonde o avião caiu, apareceu um menino, great boy! Logo vi em seus olhos perseverança e humildade. E mesmo que ele ainda não saiba o que significa perseverar e ser humilde, aceitou o convite de um Young Man que quis lhe propôs a chance desperdiçada pelo avião. Hoje ele é meu aluno, ensino para ele o que graças a muitos amigos e muito estudo aprendi. Ele logo saberá voar, e se fizer o que eu não fiz, ouvindo qualquer sinal de perigo alertado pelos outros e pelos seus motores, poderá alçar voos mais longos que os que pretendo dar.
Johans Paul, aqui está a postagem que marca o início da parceria do piloto abatido com o catador de papéis recém aceito na academia dos pilotos mais experientes. Que as próximas postagens que relatem sua aparição contenham fotos suas! E que seu voo seja muito, muito longo!
Última fala do comandante desta aviação às 23:46'
A Volta do Homem Invisível
Após dias estafantes de trabalho e pouca ou nenhuma dedicação a este Blog, eis que surge uma oportunidade: Um dia de folga onde eu pude sair e ver minha cidade de perto mais uma vez. Uma tarde agradável de junho, na qual me senti muitíssimo à vontade para puxar a 60D da case e produzir minha melhor série de fotografias da "janela do invisível" desde que voltei a Muriaé.
O hoje me disse algo sobre minha vida, talvez minha "lost soul" esteja de volta, viva e muito quente embora seja inverno. Porém acredito muito mais que o dia de hoje tenha sido simplesmente especial do que o my self ter atingido um ponto chave. Independente disso, senti algo estimulante e sei como buscá-lo novamente. Então se eu estiver certo quanto ao lugar do meu eu para produzir minhas imagens, logo esse blog será uma bela galeria. Que seja então, lá vou em busca de mais imagens.
O hoje me disse algo sobre minha vida, talvez minha "lost soul" esteja de volta, viva e muito quente embora seja inverno. Porém acredito muito mais que o dia de hoje tenha sido simplesmente especial do que o my self ter atingido um ponto chave. Independente disso, senti algo estimulante e sei como buscá-lo novamente. Então se eu estiver certo quanto ao lugar do meu eu para produzir minhas imagens, logo esse blog será uma bela galeria. Que seja então, lá vou em busca de mais imagens.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Preso pela Obra
Literalmente estou preso em minha casa. Ironicamente, esta prisão não tem grades nem portões, é uma prisão antônima a isso, a falta de um portão me faz ficar assentado "De Guarda" sem poder fazer o que eu mais gosto... Fotografar. Mas se fosse somente ficar de guarda, no problem, minha pacata rua me renderia umas cinco fotos boas de pessoas passando por dia... A questão é, além de vigiar tenho que trabalhar como carpinteiro, pedreiro, marcineiro, lanterneiro, eletricista, até bombeiro. Acredito, que se continuar assim, minha próxima postagem será uma foto dos calos em minhas mãos, isso se eu conseguir pegar a câmera ou criar coragem, como nessa foto, para pegá-la em meio a tanta poeira.
Não que eu reclame desse trabalho, são profissões que reconhecidamente necessitamos, e me orgulho de saber desempenhá-las, porém rezo pra ter que ir ao banco, enfrentar fila para pagar conta, um motivo para ver a cara da rua.
O que me chateia não é o trabalho, é a obrigação que me tosa o libre arbítrio, aliás, desde que voltei, tem sido um tanto quanto difícil. A fotografia está demorando a gerar retornos, enquanto isso, a deriva, vou vendo a qual função a obra me guiará.
Mensagem do Capitão, sem mais para algum tempo... Tomara que a chuva passe.
Não que eu reclame desse trabalho, são profissões que reconhecidamente necessitamos, e me orgulho de saber desempenhá-las, porém rezo pra ter que ir ao banco, enfrentar fila para pagar conta, um motivo para ver a cara da rua.
O que me chateia não é o trabalho, é a obrigação que me tosa o libre arbítrio, aliás, desde que voltei, tem sido um tanto quanto difícil. A fotografia está demorando a gerar retornos, enquanto isso, a deriva, vou vendo a qual função a obra me guiará.
Mensagem do Capitão, sem mais para algum tempo... Tomara que a chuva passe.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Lancei o Primeiro Olhar
Foi assim, quando no dia 9 de abril resolvi pegar a então ''semi-profissional'' Canon Powershot S5 is. Nada contra essa câmera, aliás é de longe melhor que muita camerasinha profissional, que leva um nome forte como alfa! porém, em situações noturnas, de pouca luz, em que o utilizador do equipamento queira fazer diferente e não usar o famigerado flash, ela pena. Por tanto acalme-se, relaxe sr. utilizador, pq sua velocidade vai lá pra baixo, seu iso vai lá pra cima e junto com ele sobem os grãos, ruídos, pixelação, ou chamem como quiserem. E uma vez que você tem em mãos um equipamento em circunstâncias como essas, é melhor você se acalmar, pq velocidade baixa, iso alto, no escuro e sem flash é = a foto tremida e ruidosa. Mas não srs. não foi bem isso que aconteceu, não pelos ruídos que vieram, mas o foco foi em cima, um 2.7 brilhante e nem uma tremidinha. Um resultado que me pôs de cabelo em pé com a potência dessa camerasinha, provando a não excensialidade do tal tiro luminoso chamado flash... no mais, foi apenas o meu olhar singular saltando sobre aquelas imagens que pude fazer graças a autorização do meu amigo irmão, noivo nesse casório, João Henrique.
Agradecimentos sinceros ao primeiro casamento que fotografei, e aguardo ansioso pelo próximo resultado, porém com uma 60D e lentes f 1.8...
Até lá!
Agradecimentos sinceros ao primeiro casamento que fotografei, e aguardo ansioso pelo próximo resultado, porém com uma 60D e lentes f 1.8...
Até lá!
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